Contador

Os 10 filmes que a jornalista Gladis Vivane levaria para uma ilha deserta





1- O Fabuloso Destino de Amélie Poulain (Jean-Pierre Jeunet)
2- Priscila - A Rainha do Deserto (Stephan Elliot)
3- Cinema Paradiso (Giuseppe Tornatore)
4- O iluminado (Stanley Kubrick)
5- Gilda (Charles Vidor)
6- Closer (Mike Nichols)
7- Irreversível (Gaspar Noé)
8- Kill Bill (Tarantino)
9- Amarcord (Fellini)
10- Fale com Ela (Almodóvar)

Gladis comenta:
“Considerando que esses serão os filmes que verei para o resto da vida (se a ilha for deserta mesmo e difícil de ser encontrada), escolhi os que -por motivos diversos- ainda quero rever várias vezes. Porque que me marcaram de alguma forma, ou porque são sempre atuais. Também pensei em conseguir, através dos filmes, não esquecer os sentimentos humanos- amor, medo, alegria, raiva...
Então levaria “O Fabuloso Destino de Amélie Poulain”, porque é lindo e talvez seja meu filme preferido. ‘Priscila’, porque era o meu preferido quando criança, o que deve explicar muita coisa da minha vida adulta rs. ‘Cinema Paradiso’ tinha que estar lá para me emocionar. ‘O Iluminado’, para sentir um pouco de medo. ‘Gilda’, porque nunca houve mesmo uma mulher como ela. ‘Closer’, porque tem os melhores diálogos e as melhores dores de cotovelo. ‘Irreversível’, por ser tão perturbador. ‘Kill Bill’ por ser tão divertido e tão Tarantino. ‘Amarcord’ para não viver sem Fellini e ‘Fale com Ela’ para não viver sem Almodóvar. Talvez de última hora eu fizesse uma substituição e deixasse algum dessa lista para levar um filme brasileiro, e seria ‘Cidade de Deus’. Também pediria para levar um box de ‘Sex and The City’ e outro de ‘Lost’ - que além de ser uma séria viciante, é cheio de "técnicas de sobrevivência" para ilhas desertas (apesar de a ilha de Lost não ser lá muito deserta...)

Presidente da Câmara de Mossoró não promulga lei que dá a praça nome de Wilma de Faria

Cefas Carvalho

Mais um capítulo sobre a polêmica da lei que determina que a Praça de Convivência, em Mossoró, se torna “Praça Wilma de Faria”: o presidente da Câmara Municipal de Mossoró, Claudionor dos Santos (PDT), não promulgou a lei que homenageia a ex-governadora Wilma.
O projeto de lei é de autoria do vereador Jório Nogueira e foi aprovado na Câmara. Os projetos foram vetados pela prefeita Fafá Rosado, mas os vetos caíram no Legislativo Municipal.
Diante da repercussão negativa do fato na opinião pública, os vereadores começaram a ventilar a hipótese de voltar atrás na decisão.
O que teria “pegado mal” é que existe recomendação no sentido de não se homenagear pessoas vivas com nomes de lugares públicos.Com relação à nomeação da Praça de Alimentação, o presidente informou que já há nominação do logradouro de Largo Manoel Duarte. "Não estou dizendo que Raimundo Benjamin não mereça ser homenageado e nem a ex-governadora Wilma de Faria. Mas ela está viva e na hora certa receberá a homenagem", comentou.
Claudionor enfatizou que vai esperar a resposta da Procuradoria-Geral do Município, bem como a posição da Promotoria do Patrimônio Público, que solicitou cópia dos projetos e dos vetos para apreciar os documentos. "Vou aguardar a orientação do Ministério Público", afirmou, acrescentando que sem a posição do MP não irá promulgar a lei. Enquanto isso, imprensa e blogs mossoroenses criticam tanto a posição da Câmara quanto à falta de bom senso da assessoria da governadora, por permitir que seu nome seja protagonista de uma polêmica tão estéril. A tendência é que a Câmara realmente não promulgue a lei.

Beijos - na política e no futebol - que chamaram a atenção



Certo que o "dia do beijo" foi comemorado no último dia 13, mas, dois beijos me charam a atenção apenas depois da citada data. O primeiro (acima) foi o que o lateral Gary Neville sapecou no meia Scholes, que marcou o gol da vitória do seu time, o Manchester United sobre o Manchester City no último sábado. O segundo (mais acima) registrado na semana passada, quando o pré-candidato a presidente pelo PSDB José Serra lascou um cheiro no pescoço do seu possível vice, Aécio Neves.

E aproveitando o ensejo, dei uma passeada por São Google para descobrir a origem deste tal "Dia do beijo". Descobri o seguinte: "A origem da data foi na Itália, dizem que existia um homem, chamado Enrique Porchelo, que beijava todas as mulheres, inclusive as casadas, de uma vila italiana. No dia 13 de abril de 1982, o padre local, injuriado, ofereceu pagar um prêmio em moedas de ouro as mulheres que não tinham ainda sido beijadas pelo tal Dom Juan. Nenhuma mulher apareceu para receber o prêmio".

Em Mossoró, Praça da Convivência pode virar "Praça Wilma de Faria", mas MP reage


Em viagem de dois dias a Mossoró, constato pela milésima centésima quinta vez a paixão pelo mossoroense por política. Partidária, principalmente. Ficar em cima do muro não combina com o povo que expulsou Lampião da cidade e depois tornou Santo o cangaceiro Jararaca.
Assuntos políticos diversos chegaram até a mim. Contudo, um me chamou a atenção. Foi a Câmara ter votado contra os vetos da prefeita Fafá Rosado a meia dúzia de projetos aprovados no legislativo. Pelo fato em si nada demais. Contudo, um destes – de autoria do vereador Jório Nogueira - dizia respeito a mudança de nome de “Praça de Convivência de Mossoró” para “Praça Wilma de Faria”. Conheço o local. É ao ar livre, bonito, agradável, tem ótima comida e bebidas variadas, além de música ao vivo. Por que alcunhar o lugar com o nome de uma política em plena atividade, que deixou de ser governadora há poucas semanas para tentar vaga no Senado? Por que essa necessidade em agradar? E, por parte da assessoria de Wilma, por que não brecar a iniciativa pouco sensata? Por que aceitar esta duvidosa homenagem?
Bem, de qualquer forma, soube que o Ministério Público estaria entrando no caso. O questionamento é em relação ao fato de a homenageada não ser alguém falecida.

Ah, e lembra o jornalista Carlos Santos que o MP poderia bem lutar para tirar o nome de "Wilma Maia" de praça que existe no bairro Carnaubal. Wilma não é mais Maia há muito tempo. Isso é que dá a pressa para homenagear alguém.

Foto: Vista diurna da bela Praça de Convivência, agora Praça Wilma de Faria... (Crédito da foto: Walter Leite).

Botafogo vence e coloca "heróis" do Flamengo na berlinda


A vitória do Botafogo e a conseqüente conquista do título carioca não poderia ser melhor para quem não engole o modus operandi do Flamengo e o modus torcendi de seus torcedores. A conquista botafoguense teve direito a pênalti perdido por Adriano, falta mal cobrada por Petkovic, gol perdido por Wagner Love e quase-gol entregue pelo goleiro Bruno. Como o Flamengo não tem mais chance de ser o primeiro do seu grupo na Taça Libertadores da América, ao time do ataque “Império do amor” resta vencer sua última partida na competição e rezar para ser um dos seis melhores colocados. Do contrário, veremos como ficará a relação da torcida e da diretoria com os problemáticos Bruno, Adriano, Love e Petkovic. Todos continuarão passando a mão na cabeça deles após perder o carioca e ser eliminado na primeira fase da Libertadores?

Veja assume que é pró-Serra e até "tira" a careca do tucano


A Veja assume de vez que é serrista. Dilma que se prepare. Detalhe: a revista é tão tucana e tão pró-Serra que cortou, na edição da foto de capa, até a careca dele...

Tulio Ratto abre hoje exposição de caricaturas em Mossoró


Será aberta hoje a exposição “Caricatto”, por obra e graça de Tulio Ratto, que vai expor nada menos que 120 caricaturas de políticos, personalidades e artistas deste Rio Grande do Norte que, por si só, já é uma caricatura. Boa praça, amigo leal, talentoso, Tulio Ratto celebrizou-se com a revista Papangu, que marcou época com a mescla de crítica política e cultura.
A exposição acontecerá de hoje, dia 15 ao dia 30 no Memorial da Resistência, no bairro Doze Anos, em Mossoró. Este blogueiro não poderá ir ao lançamento da exposição devido aos compromissos profissionais, mas, deseja sucesso ao Ratto.

Documentário analisa dominação holandesa no Nordeste


Fernanda Mena
Da Folha de S. Paulo

Por que o povo brasileiro teria saudades de um invasor? É com essa pergunta que a diretora Monica Schmiedt dá início ao documentário "Doce Brasil Holandês", em que investiga o legado e o contorno mitológico dos 24 anos de dominação holandesa no Nordeste do Brasil, de 1630 a 1654.
"Sempre achei Maurício de Nassau um personagem muito interessante, assim como a ideia de uma nostalgia nassoviana", diz a cineasta, citando expressão criada pelo pesquisador Evaldo Cabral de Mello para designar a saudade do progresso e da cidadania que os anos de governo Nassau inspiravam.
Para isso, Schmiedt entrevista historiadores especialistas na invasão holandesa e alguns dos mais de mil recifenses que carregam como sobrenome uma versão brasileira da herança daquele tempo: os Vanderlei, descendentes dos Van Der Ley.
Nessa linha, o filme reúne duas historiadoras que dividem essa ascendência: a brasileira Kalina Vanderlei e a alemã Sabrina Van Der Ley. Juntas, elas exploram o que um dia foi a Mauritsstadt, ou simplesmente Maurícia, no coração do Recife antigo. Uma cidade planejada que exibia a maior ponte do novo mundo. Elas debatem questões de urbanismo e de identidade que emanam do cruzamento entre Brasil e Holanda.
Entre relatos e debates, "Doce Brasil Holandês" aponta o mito para então desconstruí-lo, sem negar os méritos reais da ocupação. Apesar de imprimir na capital pernambucana um projeto humanista de cidade, Nassau não era um diplomata do governo da Holanda, mas um funcionário da Companhia das Índicas Ocidentais. Como bom comerciante, se cercou de eficiente projeto de marketing.
Cores e tipos brasileiros
Nassau promoveu o maior projeto de registro iconográfico do Brasil-Colônia, colocando as cores e os tipos brasileiros no mapa dos europeus a partir do traçado dos pintores Franz Post e Albert Eckhout. O legado artístico e urbanístico da invasão vai de encontro a um suposto complexo de inferioridade do brasileiro, fomentando o pensamento de que o Brasil seria um país melhor se os holandeses tivessem aqui ficado.
"Ao resgatar um passado glorioso, e mostrar que ele não foi tão glorioso assim, quero contribuir para que a gente mereça a nossa história e repense a maneira como temos tratado as nossas cidades", diz Schmiedt. A tal "nostalgia nassoviana" desaba quando o filme aponta para as ex-colônias da Holanda. O subdesenvolvimento do Suriname e o fantasma do apartheid que insiste em assombrar a África do Sul mostram que a expulsão dos holandeses do Nordeste, em 1654, foi um bom negócio para o Brasil.

Micarla exonera Viveiros e Ana Tânia


Basta algumas horas sem acesso a internet e com problemas no sinal de telefone celular para ser brindado com surpresas na volta à “realidade”. Como muita gente já previa, a prefeita de Natal Micarla de Sousa exonerou os secretários de Planejamento e Finanças (Augusto Viveiros) e de Saúde (Ana Tânia).
Como o leitor pode ler no post abaixo, Viveiros já vinha sendo “queimado” por parte da equipe da prefeita. Ana Tânia desafiou a prefeita durante a reunião. Resultado: degola.
Em breve o blog vai contar e listar as defecções da equipe de Micarla neste um ano e quatro meses de (dês)governo. Mas, a verdade é que o assunto do dia mesmo foi a homenagem prestada pela TV Ponta Negra pelo aniversário de Micarla, prefeita e dona da emissora. Destaque especial para a frase do marido Miguel Weber – ultracomentada no Twitter - "Você não é mais aquela coisinha bonitinha, agora você tem 40 anos, mas continua lindinha!"

Colunista político registra confusões e bate-boca na reunião de Micarla com secretariado

Este blog reproduz notas da coluna política do jornalista Tulio Lemos (Jornal de Hoje, edição de 12 de abril de 2010) sobre problemas registrados na recente reunião da prefeita Micarla de Sousa com seu secretariado. Confira:

DEMISSÃO
O secretário de Finanças da Prefeitura de Natal, Augusto Carlos Viveiros, não gostou do tom elevado das críticas da prefeita Micarla de Sousa ao secretariado e também de ver seu nome entre os demissionários e foi pessoalmente entregar o cargo à Borboleta. Micarla não aceitou a demissão.

MUDANÇA
O fato é que não é segredo para ninguém que há muito tempo Micarla não está satisfeita com de Viveiros na Prefeitura. Bateu forte no secretariado para provocar justamente o pedido de demissão de alguns; entre eles o do próprio Viveiros. Confrontada com a antecipação de Viveiros, Micarla recuou.

PRESSÃO
A prefeita Micarla de Sousa já deu demonstrações que não agüenta pressão. E foi o que houve com Viveiros. Insatisfeita com o desempeno do secretário, a prefeita há muito que queria se livrar do auxiliar. No momento mais esperado por ela, recuou, falseou o que sente por Viveiros e o deixou fortalecido. Até quando é que ninguém sabe: a instabilidade da prefeita é notória.

REUNIÃO
Sherloquinho soube de outros detalhes da reunião da prefeita com o secretariado. Depois do “carão” que a prefeita deu na equipe, ameaçando demissão de boa parte do grupo, a secretária de Saúde, Ana Tânia, discordou dos critérios técnicos adotados pelos técnicos da Fundação Getulio Vargas e bateu duro.

APLAUSOS
Empolgada com seu discurso de defesa do secretariado, Ana Tânia aproveitou e também cobrou da prefeita: “Você tem sido uma prefeita ausente; quando nós procuramos para despachar não encontramos e temos que conversar com assessores. A senhora devia mudar.”. O curioso é que depois do discurso, Ana Tânia oi aplaudida pelos colegas, para constrangimento da prefeita, que não gostou da cena.

Os 10 filmes que o jornalista Rubens lemos Filho levaria para uma ilha deserta




1) O Poderoso Chefão(A trilogia)- Coppola
2) Apocalipse Now - Coppola
3) Os Bons Companheiros - Scorcese
4) Cinema Paradiso - Giuseppe Tornatore
5) Meu Ódio Será Sua Herança - Sam Peckimpah
6) O Carteiro e o Poeta - Michael Radford
7) Estado de Sítio - Costa Gavras
8) Conduzindo Miss Daisy - Bruce Beresford
9) Platoon - Oliver Stone
10) Guerra ao Terror - Kathryn Bigelow

Encontro de Escritores começa ao estilo Micarla/Funcarte: mal entendidos e histórias mal contadas


Às voltas com o sempre cansativo fechamento de mais uma edição do jornal, não posso me deter por muito tempo em um tema que gostaria de esmiuçar: o 1º Encontro de Escritores de Língua Portuguesa de Natal que a Prefeitura de Natal divulgou que realizará nos dias 28, 29 e 30 de abril, no Teatro Alberto Maranhão.

O evento já começou com coisas estranhas. De manhã, divulgam a programação, bem ampla, de fato. À tarde, comunicam o cancelamento da vinda de Mia Couto, por “motivos de força maior”. Mais bizarrices acontecerão daqui para o evento, podem ter certeza.
Ah, e citando a genial frase do escritor Carlos Fialho no Twitter:

@cfialho Na capital nacional da piada pronta, organizam um evento, divulgam os convidados e só depois se lembram de realmente convidá-los

Afinal, o poeta Livio Oliveira e o jornalista Sérgio Vilar só souberam que estavam na programação do evento quando leram os releases...

Foto: Mia Couto, confirmado e cancelado em 24 horas...

Relação entre Governo e Assembléia já começa a se mostrar tensa


Como era previsto no mundo político, o relacionamento entre o Governo do Estado e a Assembléia legislativa será espinhoso a partir deste mês de abril. Fácil de entender. Sucedendo Wilma de Faria (que teve que se desincompatibilizar para disputar vaga no Senado), Iberê Ferreira de Sousa disputou com outros líderes do sistema governista a indicação para candidato ao Governo do Estado. Venceu a disputa e foi ungido pré-candidato. Mas, o fato afastou do grupo outro postulante à candidatura, deputado Robinson Faria, que se sentiu desprestigiado pelo Governo. O “detalhe” é que Robinson é presidente da Assembléia.
Eis que Robinson afirmou na semana passada que espera do Governo do Estado um detalhamento minucioso do projeto de lei que prevê a ampliação da margem de remanejamento do Executivo. Ele assinalou que, embora não fale por todos os deputados, acredita que "ninguém vai votar questões subjetivas". "Por que querem ampliar? Quais as necessidades? Será necessário um detalhamento completo", avisou o parlamentar do PMN.
A mensagem 143/2010 chegou à AL no último dia 30, mas o governo solicitou a devolução dela, segundo Robinson, porque constava ainda a assinatura da ex-governadora Wilma. O projeto foi encaminhado de volta ao Gabinete Civil do Governo do Estado.
Problemas técnicos com o pedido? Certamente. Mas, é inegável a dose de política que haverá nas relações entre Governo e Assembléia.

Duo Alzeny Nelo e Sérgio Farias apresentará MPB no Veleiros nesta quinta


O duo Alzeny Nelo e Sergio Farias está de volta nesta quinta-feira e reúne numa só noite três grandes mestres da MPB: Dorival Caymmi ( o rei das canções), Luiz Gonzaga (o rei do baião) e Capiba ( o rei do frevo). Apresentando clássicos destes grandes compositores como: "Marina", "Juazeiro”, "Olinda, cidade eterna" e revelando também algumas raridades que emocionam o público, o duo convida a viajar pelo nordeste brasileiro através de letras e melodias cheias de tradições. As músicas e poesias foram escolhidas de modo a proporcionar uma unidade ao show e a revelar aspectos menos conhecidos destes ícones da MPB, o repertório será apresentado em versões e arranjos adaptados para voz e violão que mesclam o jazz, o ritmo brasileiro e o lirismo.
SERVIÇO:
Quando: 08 e 15 de Abril (quinta-feira)
Onde: Veleiros Restaurante - Ponta Negra
Horário : 21h
Couvert: 5 reais
Informações e Reservas: 3236-4532

Prefeito acredita que greve de professores em Parnamirim tem cara de “politicagem”


Cefas Carvalho e Roberto Lucena

Os professores da rede municipal de Parnamirim estão em greve desde ontem dia 6.. A categoria exige, entre outros pontos, o fornecimento de vale-transporte, eleições diretas para diretores e pagamento do piso nacional dos professores de R$ 1.312 para nível médio e 60% a mais para nível superior.
Em entrevista concedida na manhã de hoje (7), no programa “No Alpendre do PN”, pela FM 87,7, o prefeito Maurício Marques criticou a paralisação e fez um apelo aos professores. “Acho que a greve não tem sentido, mas respeito. A greve é uma forma de diálogo, mas é sentido devido o que fizemos em apenas cinco meses”.
De acordo com o prefeito, a categoria já teve algumas reivindicações atendidas. “No caso da educação, demos dois aumentos em cinco meses. Em março do ano passado, o piso salarial dos professores era R$ 480. Hoje, está quase R$ 900. O professor de Parnamirim, hoje, ganha R$ 1.228. Um dos maiores salários do estado. Nós damos transporte aos alunos, aos professores, pagamos em dia, construímos escolas, damos todas as condições de funcionamento”, esclareceu.
Maurício acredita que a greve dos professores pode ter sentido político. “Parnamirim tem 51 anos. Passou 50 anos sem greve. 1 ano e 4 meses de administração Maurício, quatro greves. Alguma coisa me indica que ela é política, e não profissional. Estou encarando com naturalidade e acho que a greve não tem sentido, mas respeito. Porém, tudo tem um limite, porque greve, em ano de eleição, me cheira a politicagem”, disse.
O prefeito aproveitou a ocasião para fazer um pedido aos profissionais. “Faço um apelo aos professores: não continuem com essa greve, voltem ao trabalho”.

Confira entrevista completa com o prefeito Maurício Marques na edição impressa do jornal Potiguar Notícias desta segunda (12).

Clowns de Shakespeare concorrem a dois prêmios Shell de Teatro


O grupo teatral natalense Clowns de Shakespeare continua com tudo. Após a encenação e êxito da peça “O capitão e a sereia” em São Paulo, o grupo – após uma série de encenações na Bahia – volta para a paulicéia desvairada na segunda dia 12 para a cerimônia de entrega do Prêmio Shell de Teatro, o mais importante prêmio do gênero do país. Os clowns concorrem (com O Capitão e a Sereia) em duas categorias: música (Marco França) e figurino (Wanda Sgarbi).

Os 10 filmes que a jornalista e poeta Sheyla Azevedo levaria para uma ilha deserta



1- Primavera, verão, outono, inverno e... primavera - Kim-duk Kim
2- A felicidade não se compra - Frank Capra
3- Janela da Alma - João Jardim e Walter Carvalho
4- A Lenda - Ridley Scott
5- Dez - Abbas Kiarostami
6- Gosto de Cereja - Abbas Kiarostami
7- Dogville - Lars von Trier
8- Era uma vez na América - Sérgio Leone
9- La Pianiste - Michael Haneke
10- Mar Adentro - Alejándro Amenábar

Wilma termina Governo na base do "pão e circo" com Garota Safada


Quem foi o gênio do wilmismo que escolheu a banda “Garota Safada” para a festa do Governo do último dia de Wilma de Faria como governadora e posse de Iberê?
É até compreensível que Wilma e seu staff queiram investir na política do “pão e circo”. É público e notório que a “Guerreira” tem apreço especial por bandas, festas e micaretas. “Wilma não gosta de cultura, gosta é de diversão”, sentenciou François Silvestre em seu ótimo livro “As alças do agave”. Mas, cá entre nós, não precisava terminar o Governo com Garota Safada e se oferecer para a maledicência (jornalística) alheia.
Recordo que o Governo Wilma começou com show de Elba Ramalho criticando a morte de Saddam Hussein e agora termina com Garota Safada. Sintomático.

Uma charge de Rômulo Estânrley