O “Manifesto Presbiteriano sobre a Lei da Homofobia” foi colocado no site da Universidade Presbiteriana Mackenzie na semana passada, antes das agressões contra de caráter homofóbico ocorridas em São Paulo e outro no Rio– e já foi tirado do ar. Nele, o chanceler, cargo máximo da universidade, recomenda à comunidade acadêmica a se orientar pelo que pensa a Igreja Presbiteriana do Brasil, associada vitalícia da instituição de ensino.
No manifesto da igreja, endossado pelo chanceler, a instituição diz que é contra à aprovação da lei PL 122, que criminaliza a homofobia no Brasil, ”por entender que ensinar e pregar contra a prática do homossexualismo não é homofobia”.
Hoje, ao som de Cazuza, cerca de 500 pessoas iniciaram um “apitaço“. Membros de organizações LGBT e alunos do Mackenzie –contrários ao posicionamento da instituição–, pediam a demissão do chanceler da universidade, Augustus Nicodemus.
A caminho dos 82
-
Em 1998, quando o ex-colega de profissão que optou pela Medicina, Ricardo
Curioso, diagnosticou o câncer que acabara de atacar o meu palato, imaginei
qu...
Há 2 semanas

Nenhum comentário:
Postar um comentário